O natal na África

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O Natal no Kênia

SAUDAÇÃO: "Merry Christmas"
O Natal é um tempo de vida em família no Quênia. São comuns as viagens em família nessa época, pois marcam uma reaproximação e uma predisposição ao diálogo.
Grupos de cantores costumam cantar de casa em casa na véspera de Natal e, em geral, são presenteados com pequenas lembranças, doces e bebidas. Porém o mais comum é que recebam doações para a igreja.
O encontro do dia de Natal é, em geral, na igreja, para lá as famílias acorrem em roupas novas, sapatos bem lustrados e as crianças levam algum brinquedo. Lá encontram a igreja decorada com uma profusão de flores, guirlandas e árvores verdes.
Os amigos visitam-se ao longo do dia e servem-se fartamente comidas como o nyama choma, que é uma espécie de roastbeef, sempre com chapatis, que é uma modalidade de pão.
O Natal em Angola

SAUDAÇÃO: "Boas Festas"

Embora os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (Palop) - Angola, Guiné Bissau, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe - tenham diferentes raízes culturais e políticas, uma coisa eles têm em comum: a porcentagem relativamente alta de cristãos, que cultivam as tradições natalinas levadas de Portugal pelos antigos senhores coloniais.

Na véspera, celebram apenas a Missa do Galo, deixando a refeição festiva para o dia seguinte. Os cabo-verdianos costumam fazer um cozido, enquanto os moçambicanos preferem um assado de cabrito e os angolanos comem pratos vegetarianos com mandioca.
Em todos esses países, há, no entanto, o bolo de Natal. A árvore de Natal também é um símbolo importante. Em países quentes, como a Angola, o cipreste substitui o pinheiro. Mas as árvores mais bonitas e coloridas são as que as crianças costumam pintar e pendurar na igreja do povoado, como é o costume em Moçambique.



Uma Oração de Natal por Angola

 

Há dois mil anos, um menino nasceu, para ser o Rei dos reis, como foi anunciado desde os antigos tempos. Jesus, sinônimo de Eleito, não nasceu num berço rico, nem foi envolto em trajes majestoso, tão pouco recebeu uma coroa de ouro.

Antes, fez-se pobrezinho, o mais “pequeno” de todos, nasceu num estábulo, deitado foi, numa manjedoura e de nós, recebeu a coroa... De espinhos.

Em vez da espada e condenação, para combater o mal, usou de amor e perdão.

Veio ao mundo, para os pobres, oprimidos, doentes, veio para todos os que sofrem no, corpo ou no espírito.

“Eu vim para que tenham a Vida e a tenham em abundância” Jesus, a Ti suplico e imploro,Olha por este teu povo tão sofredor, olha para a nossa mãe Angola.

Nossos velhos, nossas mães, nossos irmãos, nossas crianças, vivem o inferno da guerra, da fome, das doenças, e do abandono. Tu Príncipe da Paz, ilumina os homens que governam nossa nação e os que direta ou indiretamente são responsáveis quer pela guerra, quer pelo desvio das riquezas que poderiam aliviar esta situação, para que governem e atuem com justiça e caridade. No lugar de um coração de pedra, dá-lhes um coração de carne, humano e solidário para com os homens de quem eles são responsáveis por lhes possibilitar uma vida condigna.

A nossos irmãos, vitimas de tão grande sofrimento, envia-lhes o teu Santo Espírito, dá-lhes o Dom da Paz, Consolação e Alegria. Enchem de Bênçãos e Sabedoria, todos aqueles que apoiados em Ti e na Tua palavra, dão a vida por Ela, na construção de uma Angola fraterna. De uma forma particular a todos os membros da Tua Igreja, a todos os missionários e missionárias, a todos os leigos, a todos os responsáveis pelo movimento ProPace, à COEIPA, guia-os e ampara-os nas suas dificuldades, antecede-os nas suas iniciativas para a pacificação do nosso país.

Ámem.  

O Natal na África do Sul

SAUDAÇÃO: "Geseënde Kersfees" E "Happy Christmas"

Natal na África do Sul é uma festa de verão. Em dezembro o verão setentrional produz gloriosos dias de sol que constituem um irrecusável convite para ir às praias, aos rios e mesmo à montanhas. As escolas estão fechadas e acampar é sempre um bom programa. Não há neve, mas as flores se esmeram em adornar o nascimento de Jesus Cristo. As canções de natal têm no impressionante conjunto Lady Black Mambazo seus mais talentosos intérpretes.

Nas cidades, muitos corais saem na noite de véspera de Natal, mas o mais comum é que os serviços religiosos sejam na manhã de Natal. De noite, o mais belo é mesmo os cantos à luz de velas.

As casas são decoradas com ramos de pinho e os abetos são decorados em todas as casas com presentes aos pés para as crianças, embora as meias de Natal também sejam costume.
Muitos sul-africanos preferem reunir-se ao ar livre no dia de Natal, mas a ceia também acontece e nela servem-se tortas, arroz e peru, porco, pudins e frutas secas.

Há 11 línguas na África do Sul. Aqui eis alguns modos de dizer Feliz Natal por lá:

Merry Christmas - Inglês
Geseënde Kersfees - Afrikaner
Sinifisela Ukhisimusi Omuhle - Zulu
Sinifisela Khisimusi Lomuhle - Swazi
Matswalo a Morena a Mabotse - Sotho

O Natal em Moçambique

SAUDAÇÃO: "Boas Festas"

Durante os muitos anos de guerra em Moçambique, o Natal foi removido do calendário, conforme reportam os missionários da Assembléia de Deus. Hoje, de novo se celebra em família e sem grandes festejos. Muitas missões de diversar religiões trabalharam juntas para trazer de novo a festa do Natal aos moçambicanos. Assim , faz-se uma ceia em várias missões e nos centros católicos a Missa do Galo é sempre celebrada.

As crianças de Moçambique as fabricam mesmas as figuras do presépio com uma madeira branca, muito macia e maleável, trabalhando com navalhas e cutelinhos. Iam esculpindo com muita paciência as personagens e animais do presépio. No seminário de Zóbue, fazia um concurso entre os alunos e os melhores presépios recebiam um prêmio. Alguns viajavam até a Europa como presente de Natal. Cada presépio era uma obra original, única, curiosa. O maior esmero sempre era para esculpir o Menino Jesus e Maria.

 

O Natal em Uganda


SAUDAÇÃO: "Webale Krismasi"

A notável festa para os despossuídos de Uganda foi à celebração mais maravilhosa, excelente e histórica de toda a vida das pessoas carentes de Uganda, disse o presidente da Organização local para cegos, paralíticos, crianças de rua, mulheres doentes e órfãos pela AIDS. “ Esta foi a mais real festa de Natal que já presenciei” – Disse um membro do Parlamento.

O Natal solidário promovido pela DCI Mundo Cristiano Una Red Internacional de Creyentes foi um momento de luz num país carente da África. Essa Missão Evangélica foi um renascer do Espírito Verdadeiro do Natal.

O Natal em Ruanda



SAUDAÇÃO: "Noheli Nziza"

Nos países africanos em geral, graças à ação evangelizadora de missionários católicos e evangélicos, o Natal se consolidou como um feriado mais religioso que secular. Comemora-se nas cidades e tribos cristianizadas o nascimento de Cristo. Claro que se decoram ruas, lojas e casas, Papai Noel passa por lá, especialmente em Kigali, mas o sentido religioso é maior do que o aspecto da troca de presentes e a ceia.
Costuma-se identificar o festejo do Natal com a preparação da carne de cabra. Em Kikuyu e Masai, tribos africanas, existe uma curiosidade, certas partes da cabra são para homens. Os ruandenses, muito em função da colonização belga têm especial gosto por doces.

O Natal na Tanzânia



SAUDAÇÃO: "Krismas Njema Na Heri Za Mwaka Mpya, Happy Christmas"
Situada na costa leste da África, a Tanzânia é formada pelo território de Tanganica, no continente, e pela ilha de Zanzibar, no oceano Índico. Em seu território estão os três maiores lagos africanos – Vitória, Tanganica e Malauí –, parques de animais selvagens e o ponto mais alto da África, o monte Kilimanjaro, com 5.895 metros de altitude. Ocupada no decorrer da história por árabes, alemães e ingleses, a Tanzânia reúne povos de diversas etnias e religiões: muçulmanos, cristãos, hindus e adeptos de 120 crenças animistas nativas. A maioria da população é muçulmana.

Os cristãos fizeram do Natal a maior festa de nossa fé na Tanzânia e as belezas das tradições caíram no gosto da população muçulmana. Decoração de ruas e casas é comum, troca de presentes também. A influência alemã transformou o dia 6 de dezembro no dia de troca de presentes. Papai Noel visita as famílias e julga se os meninos e meninas portaram-se bem. A véspera de Natal é festiva e religiosa. Sempre serve-se a ceia.

 

O Natal na Rep. do Congo



SAUDAÇÃO: "Joyeux Noel"

A preparação para o Natal no Congo começa quando um grupo é designado em cada igreja para organizar o advento. O Dia de Natal começa quando grupos de cantores natalinos caminham por toda a vila de casa em casa cantando músicas de diferentes países. Em geral se desperta com os coros de cantores. Depois, dirigem-se às suas casas para vestirem-se para o serviço religioso.

O ponto alto é o oferecimento de um presente de amor a Jesus, honra do Menino Deus. Por volta das 21 h todos celebram o nascimento. Agora, muitos usam servir uma ceia de Natal com parentes e amigos.

 

O Natal na Guiné Equatorial



SAUDAÇÃO: “Joyeux Noel, Feliz Navidad" Novidade em Mokom

O Natal da Espanha e de sua antiga colônia não se parecem em nada. Em Malabo ainda se pode ver algo de espanhol, mas em Mokon, mais nada!

Luzes de Natal, por exemplo, nem pensar, pois grande parte da das casas só têm luz por gerador e não se pode desperdiçar. Trocam-se presentes que são atribuídos aos reis, ou Papai Noel ou Santa Klaus!

O Natal, no entanto é mesmo uma festa mais religiosa que secular, mas tratam-se de celebrações muito alegres e cheias de canções. No fim da tarde se ouvem os sinos chamando para a missa, é costume representar-se a cena da Natividade com pessoas.
Todo o povoado estará na capela entoando Glória se agitam "movusas" e dançam suavemente e se ouvem gritos de júbilo: "oyanes".

Em geral janta-se cedo na Véspera e se comemora com o melhor de cada tradição culinária.
 

O Natal em Camarões



SAUDAÇÃO: “Merry Christmas, Joyeux Noel"

Em 1973 A comunidade cristã de Jesus Mafa desejou realizar uma representação africana do Evangelho de Jesus e começou esse ousado projeto.

As cenas mais importantes do Novo Testamento foram selecionadas e adaptadas e representada por pessoas da Vila.

As representações eram fotografadas e depois desenhadas e pintadas por um artista francês. Criando um excepcional visual iconográfico de espírito e etnia africanos.

Este maravilhoso trabalho está à venda no endereço abaixo e sua venda mantém a comunidade.

Algumas curiosidades da época da escravidão no Brasil

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1. Crianças brancas e negras andavam nuas e brincavam até os 5 ou 6 anos anos de idade. Tinham os mesmos jogos, baseados nos mesmos personagens fantásticos do folclore africano. Mas aos 7 anos, a criança negra enfrentava sua condição e precisava começar a trabalhar;

2.Não havia escola para escravos e forros, mas, algumas poucas vezes, aqueles que trabalhavam na casa-grande, bilingues na prática, ia à sala de aula;

3.A cozinha era muito valorizada na casa-grande. Conquistou o gosto dos europeus e brasileiros para os pratos de origem africana como vatapá e caruru, comuns na mesa patriarcal do Nordeste. A cozinha ficava num anexo da casa, separada dos cômodos principais por depósitos ou áreas internas ;

4.A senzala, um único espaço se destinava ao lazer e sono de todos os escravos;

5. Normalmente, divisões internas da senzala separavam homens e mulheres. Mas, algumas vezes, era permitido aos poucos casais aceitos pelo senhor morarem em barracos separados, de pau-a-pique, cobertos com folhas de bananeira;

6. Aos domingos, os escravos tinham direito de cultivar mandioca e hortaliças para consumo próprio. Podiam, inclusive, vender o excedente na cidade. A medida combatia a fome do campo, pois a monocultura de exportação não dava espaço a produtos de subsistência;

7.Quando a noite caia, o som dos batuques e dos passos de dança dominava a senzala. As festas e outras manifestações culturais eram admitidas, pois a maioria dos senhores acreditava que isso diminuia as chances de revolta;

8.Em Salvador, primeira capital do Brasil, quase a metade da população era escrava;

9.Com a expansão das cidades, multiplicam-se escravos urbanos em ofícios especializados, como pedreiros, vendedores de galinhas, barbeiros e rendeiras. Os carregadores zanzam de um lado a outro, levando baús, barris,, móveis e, claro, brancos.

10.Forras quituteiras faziam doces de tabuleiro e rivalizavam com as receitas das escravas que pilotavam as cozinhas das senhoras. Além de atrair clientes, elas tinham de cuidar dos filhos, brincando à sua volta. Pelas ruas das cidades, haviam crianças aos montes e muito barulho;

11. Nas esquinas, forros e escravos de mesmas etnias ou ofícios se reuniam à espera de clientes. Eram “cantos”, agrupamentos estimulados pela administração pública, que instigaca hostilidades entre os negros para evitar a associação em massa contra a elite branca.

Japao tambem cria personagem negro

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Afro Samurai

 Afro Samurai é um mangá japonês criado por Takashi Okazaki, publicado inicialmente na revista Nou Nou Hau. Foi adaptado em um anime de 5 episódios, com direção de Fuminori Kizaki e produzido por Gonzo, um estúdio tradicional de animação. O primeiro episódio estreou online em 1º de Janeiro de 2007, e foi ao ar na Spike TV em 4 de Janeiro de 2007, às 11 horas da noite (horário dos EUA). Desde então, a série foi ao ar no Canadá, no Reino Unido, nos EUA, onde foi televisionado pela Spike TV, e no Japão, onde foi televisionado pela Fuji Television. Também estreou na MTV da Austrália, em Agosto de 2007.

No anime, há a participação do famoso ator americano Samuel L. Jackson, dublando a voz do protagonista e de seu parceiro, além de ser um dos co-produtores. Também participam Ron Perlman e Kelly Hu, dublando outros personagens. O integrante do grupo Wu-Tang Clan, RZA, produziu a trilha sonora original em ritmo hip hop,que foi lançada em CD pela Koch Records em 30 de Janeiro de 2007, nas versões editada e sem corte.

A série foi licenciada para distribuição norte-americana pela Funimation, que lançou duas versões: a versão televisionada da Spike TV e a versão de diretor em DVD e Blue-Ray. Ambas as versões em DVD foram lançadas em 22 de Maio de 2007, enquanto a versão Blue-Ray só seria lançada em 26 de Agosto do ano seguinte. No Reino Unido, uma edição limitada da emissora Bravo, equivalente à edição americana da Spike TV, foi lançada em 2 de Julho de 2007. Uma versão de diretor, com novo trabalho de arte, foi lançada posteriormente em 12 de Outubro de 2007. Uma segunda edição da Bravo, com um trabalho de arte similar ao da versão de diretor, foi lançada em 21 de Março de 2008.

Enredo

A história do anime se passa em um "Japão feudal futurístico e pós-apocalíptico", onde, aquele que conseguir a bandana simbólica de "Número Um"(o homem mais forte do mundo), irá comandar o mundo, como um "deus". Alguém se torna o Número Um matando o antigo Número Um e tomando sua bandana. Entretanto, somente aquele que tiver a bandana de "Número Dois" tem direito de desafiar o Número Um. Por sua vez somente o número três pode desafiar o número dois, e assim por diante até o número sete, onde todos podem desafiá-lo. Mas isso muda quando o novo número um tem todas as outras bandanas, exceto a de número dois (sob domínio de Afro), então todos podem desafiar o número dois e somente o número dois pode desafiar o número um deixando a missão de Afro quase impossível. Quando alguém completar as sete bandanas, ninguém poderia desafiá-lo, mas nada impede de que alguém mais forte o mate e roube as bandanas.
Quando criança, Afro teve seu pai (que era o Número Um) assassinado bem em sua frente pelo pistoleiro "Justice" que passou a ser o novo Número Um. Agora Adulto, Afro Samurai, é o atual Número Dois, e viaja pelo mundo em busca de vingança,passando por cima de qualquer empecilho pelo atual Número Um que matou seu pai.

Trailer





Os games e a falta de personagens negros

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Embora o cinema e os quadrinhos tenham notado isso há muito tempo, parece que a indústria dos games ainda não percebeu que seu público não é composto apenas por homens jovens e brancos. Ao comentar sobre o assunto, Manveer Heir, design chefe da Raven Software tocou num assunto um tanto delicado, a igualdade racial, mas o fez de forma serena e explicou porque os games precisam ter mais personagens negros nos papéis principais.
Quantas vezes jogamos como um fuzileiro espacial branco? Vez após outra e ao fazer isso, estamos apenas contando a mesma história repetidamente. Mas se quisermos começar a contar novas histórias, precisamos começar uma diversificação dos personagens, o que inclui sua etnia, para criar personagens mais profundos e atraentes em vez do arquétipo do homem comum.  
Não é sobre ser justo, é sobre trazer algo novo para a arte. Há um grande número de crianças hispânicas e negras jogando videogames, proporcionalmente mais do que as crianças brancas, porém eles não estão entrando para a indústria porque eles não se vêem dentro dos games.

Primeiro mergulhador

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 Carl Brashear foi o primeiro mergulhador negro da Marinha dos Estados Unidos e, também, o primeiro mergulhador da Marinha a voltar ao serviço ativo apesar de ter sofrido a amputação de uma perna em conseqüência de ferimentos sofridos durante uma operação de salvamento.
Filho de camponeses de Sonora, no estado de Kentucky, Brashear entrou para a Marinha dos Estados Unidos em 1948, quando tinha 17 anos, levando o sonho de ser mergulhador na bagagem. Ele "O recrutador da Marinha foi muito mais simpático que os do Exército. Acho que ali encontrei minha vocação", lembrou certa vez em uma entrevista no ano 2000.
Brashear sonhava ser mergulhador da Marinha numa, época em que o racismo americano era publicamente exposto e na Marinha os negros eram recrutados somente para trabalhar na cozinha do navio, com direito a banhos de mar somente às segundas-feiras. Para mostrar seu potencial como mergulhador, entretanto, Brashear desrespeitou a regra e foi banho de mar fora do horário e dia determinados para mostrar aos superiores seus dotes como nadador.
Depois de amargar um tempo na prisão, conseguiu uma vaga como marinheiro salva-vidas e, após dois anos de tentativas, chegou à escola de mergulho, onde a Marinha, até então, havia formado somente homens brancos.
Em 1954 concluiu com sucesso seus estudos para ser mergulhador e, em 1996, apesar da amputação de uma perna, prosseguiu seu treinamento para participar de operações avançadas.
Brashear morreu aos 75 anos, devido a problemas cardíacos e respiratórios.
A história de Brashear inspirou o filme “Homens de Honra” (Men of Honor). Seu personagem foi interpretado por Cuba Gooding Jr.
 
Filme   

 Sinopse:

O roteirista Scott Marshall Smith escreveu Homens de Honra baseado em fatos reais que ocorreram com o mergulhador Carl Brashear quando ele fazia parte da Marinha americana, mas o intimidador personagem interpretado pelo ator Robert DeNiro (Billy Sunday) foi totalmente uma criação fictícia que reúne personalidades de vários homens que Brashear conheceu durante a carreira militar. O filme teve início em 1994 e, devido ao seu tema, passou por um processo longo e incomum. A história foi submetida ao Departamento de Defesa, depois encaminhada ao Pentágono e, finalmente, chegou às mãos do secretário de Defesa para aprovação. Com a cooperação da Marinha garantida, os realizadores encontraram na base Columbia River, em Washington, o lugar perfeito para as gravações. Todos os atores da produção passaram por treinamento de mergulho. As cenas no fundo do mar foram feitas num tanque com mais de um milhão de litros, construído num hangar de aviões em Long Beach. Carl Brashear (Cuba Gooding Jr) não deixa nada atrapalhar o seu caminho. Filho de um agricultor de Kentucky, Carl deixa a casa dos pais em busca de uma vida melhor. Ingressa na Marinha e deseja tornar-se mergulhador de elite da divisão de buscas e resgates. BiIIy Sunday (Robert DeNiro), oficial da Marinha e instrutor de treinamento, não quer, entretanto, saber de CarI e nem das ambições dele. Submete-o às piores provas de resistência na tentativa de fazê-lo fracassar e desistir. Com a convivência, nasce um respeito mútuo que os levará a lutar juntos para defenderem a honra e protegerem suas vidas.

Informações Técnicas:
Título...........: Homens de Honra
Formato Vídeo....: XviD
Formato Áudio....: MP3
Qualidade........: DVD-Rip
Idioma...........: Português / Inglês
Legenda..........: Sem Legenda
Tamanho..........: 702 MB
Duração..........: 128 Min
Resolução........: 528 x 224
  
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Deise Nunes: a Miss Negra

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A gaúcha Deise Nunes de Souza foi a primeira - e única - negra eleita Miss Brasil. Descoberta em 1984 pelo diretor social do Sport Club Internacional, concorreu ao concurso Rainha das Piscinas, realizado em Porto Alegre, sagrando-se vencedora, quando contava apenas 16 anos.
Deise Nunes nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, em 30 de março de 1968 e foi a quarta representante do Rio Grande do Sul a ser coroada Miss Brail, mas a coroação foi tumultuada. O motivo? Sua pele negra, vitoriosa, em um estado reconhecido por uma maioria de mulheres loiras de olhos claros. As famílias das demais candidatas reclamaram com tal ferocidade que a votação teve de ser repetida por três vezes para confirmação de sua vitória.
Deise foi, também, a primeira negra a disputar o Miss Universo, conquistando o sexto lugar. Na época, ela estava com 18 anos.
Deise Nunes seguiu carreira de modelo e apresentadora de TV.

Brasil: A nº 1 em Cosmética para a Beleza Negra

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Eva Maria Conceição Dias, paulista de São José do Rio Preto, onde nasceu em 1939, cosmetologista de profissão, tornou-se renomada especialista na arte e na ciência de tratar esteticamente cabelos afros.
Eva foi a primeira a estabelecer formulações e desenvolver técnicas genuinamente nacionais. combinando produtos e matérias-primas à base de silicone, de queratina, glicerina, entre outros emolientes capazes de oferecer um tratamento prolongado de brilho, maciez e sedosidade aos cabelos da mulher negra.
Entre 1970 a 1985, projetou-se , fez-se pioneira no mercado étnico. Eva é também reconhecida como precursora em penteados especializados.
Durante muitos anos, Eva Maria dividiu sua atuação entre as passarelas dos desfiles na França e o trabalho para emissoras de televisão no Brasil, em programas como o extinto TV Mulher na Globo.
Em 1994, Eva fez curso de extensão na Cosmetology University, nos Estados Unidos.

Primeira princesa negra da Disney

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Tiana, a heroína de A Princesa e o Sapo, é a primeira soberana negra da Disney. Dirigido por John Musker e Ron Clements, os mesmos de A pequena sereia (1989) e Aladdin (1992), o filme é uma recriação de um clássico dos contos de fadas marcado pelo jazz e demais sons de Nova Orleans, o coração cultural da comunidade negra americana.
Tiana não é a primeira heroína diferente dos desenhos da Disney, mas é a primeira de origem não-caucasiana que mora nos EUA. Tiana é uma jovem princesa de origem africana que tem o sonho de abrir um restaurante em New Orleans, a capital do Jazz.
A animação A Princesa e o Sapo é uma combinação de histórias clássicas e modernas, protagonizadas por um príncipe em forma de sapo, que deseja desesperadamente voltar a ser humano, e por uma princesa que, após beijá-lo, se transforma em rã, dando início a uma hilariante aventura pelos místicos pântanos da Louisiana.
Tiana, a nova princesa já causou alguma polêmica nos EUA. Em abril deste ano, o filme foi acusado de ser preconceituoso porque a protagonista começou por se chamar Maddy, nome parecido com Mammy, com que os americanos se dirigiam às escravas. A Disney também foi acusada de ter-se aproveitado da “obamania”, apesar de o projeto ter sido iniciado muito antes da eleição de Barack Obama.
A Princesa e o Sapo marca a volta da Disney à animação desenhada à mão, após cinco anos, e parte do trabalho foi feito em São Paulo pela HGN Produções, selecionada pelo estúdio americano.

Heróis contra o preconceito

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Pantera Negra

Outra revolução nos quadrinhos foi a criação do herói Pantera Negra, em 1966. Criado como coadjuvante das histórias do Quarteto Fantástico, o Pantera Negra é o líder da nação africana Wakanda, um país fictício, tecnologicamente mais avançado que qualquer nação do mundo e possui os poderes do felino que lhe empresta o nome, com sentidos aguçados, agilidade e sagacidade. Foi o primeiro super-herói negro criado pela Marvel para diminuir o preconceito racial e valorizar a beleza negra. Ele também foi o precursor de uma série de outros heróis negros, como o Falcão, parceiro do Capitão América e Luke Cage, o herói de aluguel.
Luke Cage

Este foi o primeiro herói negro a ter um título próprio, usado pela editora para passar uma forte mensagem antirracismo. O herói teve uma infância pobre no Harlem (EUA), bairro pobre e separatista do país, foi condenado por um crime que não cometeu e sofreu nas mãos de um carcereiro racista até que adquiriu superforça e pele dura como aço num acidente provocado para matá-lo. Na mesma época, a DC Comics criou um herói negro para a Tropa dos Lanternas Verdes, uma vez que o herói vivia uma fase de “aventuras sociais”, onde discutia temas como racismo, violência, drogas e ecologia. Porém, o Lanterna Verde John Stewart só veio a se tornar conhecido do grande público recentemente, com a estreia do desenho animado da Liga da Justiça.

Falcão
Falcão é um personagem do Universo Marvel, criado por Stan Lee e Gene Colan. Sua primeira aparição foi em Captain America Vol. 1, #117 (1969). Apesar de estar sempre disposto a trabalhar em dupla com Capitão América, Falcão participou do grupo de super-heróis chamado Os Vingadores.
Falcão é o primeiro super-herói afro-americano da Marvel. O primeiro herói negro dessa Editora foi Pantera Negra, um nativo africano. Falcão apareceu três anos antes de Luke Cage, estrela afro-americana da Marvel.
Falcão também é o primeiro super-herói negro a não ter a palavra "negro" no seu nome de super-herói, precedente de John Stewart, o Lanterna Verde.

Primeiro Super-Herói Negro em animação

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Batizado Virgil Hawkins, "Static Shock" ou "Super-Choque", em território nacional, é o primeiro super-herói afro-americano a ganhar as telas da TV. Quando estreou na TV nos anos 90, na TV a cabo americana, surpreendeu (positivamente) por colocar na telinha discussões sobre problemas típicos do adolescente afroamericano, como a pressão para integrar gangues e a convivência entre raças.Static é um típico teenager que, crescendo em um bairro cheio de gangues na cidade de Dakota, é humilhado constantemente na escola por um valentão. Depois de uma surra pública, um amigo dá a Virgil um revólver para que ele se vingue e o garoto segue seu "inimigo" até Paris Island, um dos piores bairros locais, mas na hora H não atira, afinal, ele não é um assassino. Só que, naquela mesma noite, o governo americano resolve testar um gás especial na lha, que deveria controlar as gangues, mas acaba gerando mutações em todos.
Assim, enquanto alguns viram árvores, pedras e plantas, vilões e gangues ganham super-poderes e Static, praticamente o único com boas intenções na ilha, vira um super-herói com poderes como gerar campos e raios de energia e atrair e repelir objetos. Falando muito palavrão (obviamente cortados no desenho animado), usando o eterno bonezinho e não descuidando dos estudos no colegial, o herói decide usar seus poderes para defender os inocentes...
O personagem Static foi criado pela editora Milestone, uma divisão da DC Comics na qual todos os heróis são negros ou hispânicos.

Você sabia?

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Que surgimento do nome de uma das receitas mais famosas da Bahia, o acarajé. Na verdade, seu nome é apenas acara, que na linguagem africana ioruba significa ''bolinho''. O ''jé'' foi acrescentado porque quer dizer '''ato de comer''. Assim, as baianas que vendiam a delícia saíam às ruas gritando acarajé, ou seja, ''comer bolinho''.

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